O site do New York Post postou nessa quarta-feira dia 7, uma fofoca: Romance acabado.
O romance, que convenhamos, sempre esteve longe de ser um romance, é entre os ex-colegas de trabalho e agora ex-noivos Evangeline Lilly e, como diz na própria nota "hobbit-como-noivo" Dominic Monaghan. Ele foi visto neste último sábado num restaurante em L.A. abraçando e beijando uma mulher que não era a Evangeline.
O blogger Nelson Aspen disse que os dois estavam numa sala, não interessados em ter privacidade alguma. Que haviam muitas margaritas, muita fumaça de cigarro e estavam tendo uma conversa intensa... Depois os dois foram embora juntos de carro.
Nenhuma das partes, Evie ou Dom se pronunciaram...
Porque isso está me soando esquisito? Uma possível traição? Sim, eu sou exagerada!!!hahahahaha
Bem, deixa pra lá, vamos ver no que isso vai dar!
Agradeço à Lilica, minha companheira Cafezeira pelo link compartilhado!
FONTE: New York Post
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Será que é pra valer?
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Mestra Veri
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3:57 PM
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Lost Mobisode 1 - Missing Pieces - O relógio
Saiu! O primeiro mobisódio (episódio prar celular) de Lost já está disponível para quem tem um telefone da operadora Verizon e posteriormente no site da ABC. Por enquanto, ficamos com uma versão de pouca qualidade, filmada pela leitora Susan, do Blog DarkUFO (um big thanks pra eles!). O primeiro episódio tem duração de 2 minutos e 42 segundos, é centrado no Jack e mostra mais um pouco da complicada relação do Doc. com o seu pai.
Pra quem não conseguiu ouvir os diálogos direito, aqui vai o transcript :). Créditos pro DarkUFO também!
[Jack throwing rocks into the ocean. Wearing shades, hair is longer than normal].
Christian: Whatcha doin there kiddo?
[camera turns to show Christian walking towards Jack on a beach. They are in front of the hotel where Jack gets married.]
Jack: Just throwing rocks.
Christian: Good! It's good to the Rocking Throwing out before you get married.
Jack: It was either this or being inside with Sarah and the Wedding Planner figuring out where all the flowers should go.
Christian: Wise choice. Listen, before tonight, before things get crazy, I wanted to give you something. This was my dad's and I thought it'd be fitting.
[Christian pulls a watch out of a white handkerchief]
Jack: I've never seen you wear it before.
Christian: That's because I never did. See, your grandfather didn't really like your mom. He thoguht marrying her was a mistake. He told me, to my face, that the day that I got married, he'd give me this watch. So I never wore it.
Jack: Are you trying to tell me something?
Christian: You made..the absolute right choice.
[Jack puts watch on]
Jack: Guess this is really happening, huh?
Christian: Soon as those flowers are set up...and as soon as you run out of rocks.
[pause]
Christian: Do me a favor, huh? If you and Sarah ever have a kid, try to treat it better than I treated you.
Jack: No pressure, huh?
Christian: See you inside, kiddo.
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Flávio M#1!
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7:52 PM
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É big! É big! É big! É big! É big!
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Carlinha
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5:51 PM
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
"ON STRIKE"
"ON STRIKE" significa "EM GREVE".
Ai meu Deus do céu! Não dava para os roteiristas do WGA = Writers Guild of America terem esperado mais três anos (até LOST terminar) para entrar em greve???????????? Ok, brincadeirinha... ;D
Pois então, como alguns já devem estar sabendo, os roteiristas do sindicato do WGA entraram em greve nesta madrugada, dia 01 de novembro até sabe-se lá quando! Na última vez que a fizeram, em 1988, a greve durou 22 semanas... as reinvidicações da categoria vêm com o avanço da tecnologia, quem os culpam? Eles querem receber mais pelas vendas de DVDs, fora filmes na Internet e outras cositas do meio.
E todo mundo sabe que isso vai afetar a nós todos... podendo começar na semama que vêm já!
Ou seja, séries serão reprisadas várias vezes seguidas ou serão interrompidas simplesmente... e os horários poderão serem preenchidos por dezenas de reality shows.
A boa notícia, não é certeza, é que dizem que LOST e 24 serão as únicas séries a não sofrerem com isso... porque suas reestréias se dão apenas no ano que vêm.
Bom, ficaremos de olhos bem abertos e acompanhando essa greve, esperando que os pedidos sejam todos atentidos e que tudo volte ao normal o mais rápido possível!!
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Mestra Veri
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4:56 PM
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domingo, 4 de novembro de 2007
Notícias do Front *3
Olá! Pretendia escrever sobre "Tropa de Elite", mas foi impossível! Apesar de ter visto a cópia pirata **vergonha**, pretendo ir ao cinema em breve. Então, o post fica para outra ocasião.
Um assunto hoje me pegou de surpresa, e é dele que vou falar. Um dos meus tios, que tem mais de 70 anos, hoje reuniu parte da familia em sua casa, para comemorar mais um aniversário. Até aí, nada demais, já que celebrar o aniversário é uma maneira sempre boa de reunir a familia, em especial a minha, que se ve mais em velórios e hospitais que em festas e casamentos.
O que me deixou triste neste dia foi ver o estado de saúde em que ele está: com os pulmões consumidos por um enfisema gerado por anos de cigarros consumidos, ele está permanentemente ligado a tambores de oxigênio por mangueiras que atravessam a casa. Debilitado, ele passa todo o dia sentado, ajudado pela minha tia e por uma enfermeira, e uma coisa prosaica como ir ao banheiro ou apagar uma vela no bolo de aniversário é uma tarefa árdua e que demanda um esforço descomunal. Mesmo assim, ele fez questão de comemorar mais um ano de vida.
Vendo-o ali, ao lado de outros parentes com outras limitações causadas por doenças, me peguei pensando em todas as coisas sem importância que nos acontecem TODOS OS DIAS, e para as quais damos todo um viés dramático que não condiz com a situação. E em tantas coisas que deixamos passar, mas que são as mais importantes na vida, coisas tão pequenas que vamos passando por cima delas sem notar.
Quanto da nossa vida nós passamos nos envenenando com cigarro, bebida, poluição, estresse, más companhias, um trabalho enfadonho, um casamento fracassado, sonhos adiados, presos numa situação, num lugar, a uma pessoa? No fim das contas, vai valer a pena ter ficado anos num emprego por medo de ousar fazer algo diferente? Ter ficado com alguém pelo medo puro e simples de estar sozinho? Ter ficado numa casa ou numa cidade para não perder amigos ou o conforto de estar sempre num lugar conhecido? Isso são tentativas de mostrar a nós mesmos que nossa vida está estabilizada...mas, como disse um dia uma amiga, quem disse que a vida é estável?
Talvez seja pretensão minha, mas queria que vocês refletissem sobre suas escolhas, seu momento e se perguntassem se realmente estão felizes. E se não estiverem, o que os faria felizes...e como podem alcançar esta felicidade. Ousar, mudar, nem sempre significa perder. E se o que estiver na próxima esquina do seu caminho for melhor para você, e você nunca chegar a essa esquina, por medo de dar mais um passo?
O tom da coluna hoje foi meio estranho né? Mas é uma coisa que venho sentindo há algum tempo, o medo de me acomodar numa situação está me consumindo já faz meses. Hoje tive mais que certeza de que a situação já está no limite. Ou talvez seja a proximidade do meu aniversário, ficar mais velha traz esse clima de renovação e urgência, coisas de escorpiano.
Beijos a todos e até semana que vem!
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Fabi Lameirinha
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11:25 PM
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sábado, 3 de novembro de 2007
Rita Hayworth come Cheetos e toma Coca-Cola #3
Katey Sagal: a eterna Peggy Bundy.
Katey começou sua carreira em 1971, fazendo diversos filmes para a televisão e a partir de 73 ingressou na música, atuando como backing vocals de vários artistas, como: Bob Dylan, Gene Simmons (da banda Kiss), Tanya Tucker, Bette Midler e Olivia Newton-John. Katey ainda teve sua própria banda nos 70, “The Group With No Name”, para o qual ela escreveu várias canções. Em 94, ela lançou seu primeiro álbum solo e em 2004, o segundo.
Na década de 80, Katey retornou à televisão e em 1987 estreou como Peg Bundy no seriado de TV “Married With Children”, pelo qual foi indicada aos Golden Globes 4 vezes. Todo o visual de Peg foi criado por Katey, um visual retrô/anos 60 que ela incorporou no seu teste para o papel, com uma peruca ruiva enorme, tamancos, leggins e um cinto com uma fivela bem escandalosa na cintura. “Married With Children” foi um dos seriados cômicos de maior sucesso da sua época e até hoje funciona como referência para sitcoms familiares. A imagem criada por Katey para Peg foi eternizada no hall das donas-de-casa da TV, sendo que jamais houve registros de outra que tentasse se igualar a ela, tamanha é sua incomparabilidade.
Em 1991, Katey descobriu que estava grávida e os produtores de “Married...” incorporaram sua gravidez ao enredo, porém no sétimo mês de gestação, ela entrou em trabalho de parto e infelizmente a criança nasceu morta. No seriado, a conclusão desta linha narrativa foi que a gravidez era apenas um sonho.
“Married With Children”, após 10 anos de duração, terminou sua última temporada em 1997, deixando incontáveis fãs desolados. Nos anos 2000, Sagal participou de séries como “That 70’s Show”, “Ghost Whisperer” e “Tucker”, além de um papel regular no cartoon de sci-fi, “Futurama” e no seriado “8 Simple Rulls For Dating My Teenage Daughter” (que durou 3 temporadas). Em “8 Simple Rulls...”, Katey teve novamente que lidar com uma tragédia, quando o ator protagonista, John Ritter, que interpretava seu marido na série, faleceu, no início da segunda temporada.
Com todo seu talento e bagagem profissional, Katey Sagal pode ser considerada um verdadeiro adereço de luxo à lista de atores convidados para participações especiais em LOST. Ela trouxe a graça e a fibra femininas em flashbacks de John Locke, interpretando sua namorada Helen.
Helen é uma mulher comum, sensível, bem-humorada, inteligente e sofrida. Katey lhe confere um carisma aliado à força da palavra, do bom-senso feminino, fazendo-a tornar-se um personagem especial dentre os inúmeros flashbacks de LOST, ainda que com uma participação de apenas dois episódios.
Penso que ainda veremos Helen nesta temporada que está por vir, em prováveis flashforwards, mesmo que num suposto velório de John. Embora tenha tentado fazer com que John encarasse genuinamente suas questões familiares mal-resolvidas e com as quais ele não lidava nada bem – o que fez com que ela se afastasse dele, inclusive – sinto que ela deve estar presente no futuro de Locke, saindo da ilha vivo ou não. Terry O’Quinn, com toda sua maestria e magia na pele do caçador Locke fica incrivelmente mais humano ao lado de Katey/Helen. Os dois juntos formam um casal interessante e demonstram que ali há uma complexidade de emoções, evidenciam a existência de uma estória densa.
Eu não sei se existe ship para Locke&Helen, porém deveria haver. Eu certamente seria shipper dos dois.
Helen estará ao lado de Locke no futuro? Fora da Ilha? Helen estará no funeral de John, caso se confirme que o velório visitado por Jack no finale da season 3 era dele? Perguntas momentaneamente sem respostas. É certo que estarei torcendo para rever Helen, com John ou sem John; ela é uma brisa de ar fresco perto das atarracadas Kate, Sun e Juliet.
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Carlinha
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7:50 PM
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Hipocrisia

A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando representar ou fingir. Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto realiza a mesma ação. (wikipedia)
O que me levou a falar sobre o tema, lógico foi o vídeo anti-skater produzido por um grupo de jaters e postado aqui no blog pela Carlinha.
Lógico que quando o assunto envolve jater e skater na mesma frase, sempre algum dos lados não vai gostar de alguma coisa e sempre vão sobrar faíscas para todos os lados.
Mas o certo foi que o vídeo e as jaters em questão foram duramente criticados, o nome jater foi novamente jogado na lama e vimos manifestações de pura indignação.
Indignação? Espera ai! Esse grupo totalmente indignado foi o mesmo que há menos de um ano fez um outro vídeo, usando comentários da comunidade jater? Esse grupo indignado é o mesmo que, quando o grupo jater manifestou sua contrariedade, massacrou e ridicularizou essa contrariedade, fazendo extensos comentários sobre liberdade de expressão e arte?
Respondam se isso não é hipocrisia? Pura, simples e escancarada. É condenar alguém por ações que você sempre comete. Quando skater faz é arte, é liberdade de expressão, quando jater faz é ofensa, é tentar irritar e por ai vai.
Fui uma das que mais se indignou com o vídeo anti-jater, hoje me arrependo, não devia nem ter visto e muito menos ter dado “pelota” para isso. Acho que o que mais me “indignou” na época foi que o vídeo não foi feito para ridicularizar o casal jater e sim as pessoas jaters, o que não foi o caso desse vídeo anti-skater, as meninas ridicularizaram o casal skater, aliás, ridicularizaram o personagem Sawyer, por que ao contrário do que dizem a nosso respeito, adoramos a Kate sim, por isso a elegemos digna de ficar com o Jack.
Eu não vejo vídeo anti-jater, não vejo vídeo skater, leio sim os fóruns, mas leio sabendo que vou com certeza ler algo de que eu não vou gostar, então não tenho do que reclamar. É aquela coisa de procurar sarna para se coçar.
Enquanto os vídeos anti e prós forem para a diversão e derem prazer a quem faz, eles são válidos, reclamar disso é infantilidade e hipocrisia. Não quer sofrer? Não veja! E esse conselho vale para os dois lados.
Faço coro à Carlinha! Parabéns meninas! Super criativo! Super bem feito e principalmente de muito bom gosto, pois não ofende a ninguém.
Beijos e bom fim de semana!
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Anônimo
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8:14 PM
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quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Skate: a verdade.
Sábado passado falei de Seinfeld em minha coluna - Rita Hayworth come Cheetos e toma Coca-Cola -, considerado um capítulo importantíssimo na história do gênero da comédia. Nesta quinta-feira chuvosa (para quem está perto de Blumenausssss) véspera de feriado, lhes deixo com o melhor da comédia atual, coisa fresquinha, recém-saída do forno e lhes digo o seguinte: a criatividade e sagacidade Jater é única e incontrolável!
O vídeo abaixo, IM-PER-DÍ-VEL, é fruto do trabalho das Jaters: Kah, Nanda, Fabi, Mari, Lene, Pati e Stella! (todas da comu Jack & Kate - LOST, do orkut)
Assistam e entendam a mais rasa essência do ship daquelas que com pouco se contentam:
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Carlinha
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3:18 PM
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domingo, 28 de outubro de 2007
Notícias do Front *2
Háhá! Hoje é domingo, pé de cachimbo (e eu nunca vi uma árvore de cachimbos...ou será que o certo é "pede cachimbo"? Mas neste caso, quem pede o cachimbo? Eu com certeza não, porque não fumo)...enfim, hoje é dia da minha coluna, e hoje eu vou falar de uma das coisas que mais tem me deixado feliz nestes tempos que correm: HALO.
Claro que todos agora estão com um ponto de interrogação na testa, se perguntando o que diabos é Halo? Para os leigos, é uma palavra sem significado algum, mas os shipers já devem ter sacado que sim, eu estou falando de um casal. Sim, por que não tem graça chamar um casal pelo seu nome completo, tipo "Jack e Kate" ou "George e Izzie", então os shipers inventam estes nomes fofos para identificar os casais, usando partes do nome de cada um, o que facilita a conversa entre nós e dá um charme a mais. Concorda que fica muito mais cool falar "Jate" ou "Gizzie"?
Então, descobriu qual o casal? NÃO? Mais uma chance: eles estão na série Heroes, e atendem pelos nomes de Claire e Peter...há, confundiu mais né? Claro, Peter e Claire nem com muita imaginação vira Halo, Peter e Claire vira PAIRE. Mas de Paire eu falarei um outro dia. Halo denomina o ship de Hayden Panetierre e Milo Ventimiglia (HAyden+miLO=HALO), os intérpretes da cheerleader e do enfermeiro mais poderosos das séries de TV. Assim como "Brangelina", o romance dos dois começou nos bastidores e avançou para a vida real.
No início, o que se viu nos bastidores de Heroes foi uma bela amizade. Nas fotos e making offs divulgados, via-se os dois brincando e fazendo piadas, mas eles não chegavam a passar muito tempo juntos, já que eles contracenam apenas nos episódios 9 e 10 da primeira temporada, e só se reencontram na season finale. Eles deviam, muito provavelmente, se esbarrar entre uma gravação e uma pausa para o lanche, mas não estavam diretamente envolvidos nas gravações um do outro. Fora que Hayden namorava com Stephen Coletti, apresentador da MTV e ator, e Milo tinha terminado há algum tempo com Alexis "Rory Gilmore" Bledel, com quem namorava desde sua participação em Gilmore Girls.
Foi então que a produção da série resolveu lançar-se numa combativa estratégia de marketing para divulgar o lançamento do DVD da série e da segunda temporada: criaram a Heroes World Tour, com os atores divididos em turmas que visitariam algumas cidades para fazer a tal divulgação. Milo, Hayden, Adrian Pasdar (Nathan Petrelli) e George Coleman (Mr. Bennet) foram mandados para a Europa, onde passaram por Munique, Alemanha e Paris, França, entre outras cidades. E o que se viu foi arrasador para qualquer shiper que preza este nome: cenas explícitas de carinho e cumplicidade entre os dois atores, que se comportavam, a cada dia, como "muito mais que bons amigos". Fotos pipocaram net afora e os fãs de Halo começaram a surgir, aumentar e especular se eles realmente estariam juntos. Mas como, se Hayden era comprometida com Stephen? E a diferença de idade entre eles, de quase 13 anos? E o fato de Hayden ainda ter 17 anos? Nenhuma destas questões teve resposta durante algum tempo, já que a imprensa solenmente ignorava o evidente clima de romance entre os dois, enquanto os fãs se descabelavam a cada nova foto divulgada.
Eles foram flagrados juntos num almoço informal, num jogo de hóquei, inventaram outro namorado para Hayden, mas ninguém conseguiu arrancar de nenhum dos dois uma declaração concreta. Apelaram então para os colegas de elenco: Masi Oka (Hiro Nakamura) e Greg Grunberg (Matt Parkman) foram abordados sobre o suposto romance dos colegas, mas os dois, claro, negaram que Hayden e Milo estivessem juntos. A negativa de Grunberg foi tão enfática que causou justamente o efeito contrário, aumentando ainda mais a certeza de que Halo estava acontecendo. E como o Emmy se aproximava e Heroes estava indicada em várias categorias, a expectativa dos fãs voltou-se para a noite da premiação. E o que vimos foi Heroes perder em todas as categorias e Hayden e Milo castamente sentados um ao lado do outro. O interessante foi o depois da festa.
Enquanto o Duran Duran tocava, Hayden e Milo curtiam o show juntos, numa atitude muito suspeita para bons amigos que tem 13 anos de diferença de idade. O conteúdo do vídeo é altamente viciante, e revela que a diferença de idade não interfere na química do casal, com direito a foto de rosto colado e sussurro no ouvido. Eles foram abordados na saída da festa, e Hayden disse que "seu salto era muito alto", desculpa que ela usou para justificar estar apoiada no braço de Milo. E então, como tinham surgido, as especulações começaram a cessar. Mas algumas surpresas ainda estavam reservadas para os fãs de Halo.
Outubro nos dá adeus com duas noticias dignas de nota: Milo deu a Hayden, como presente de aniversário, um anel da loja Tiffany&Co avaliado em quase 2 mil dólares! Duas hastes entrelaçadas, um coração e uma inscrição que diz muita coisa: "doce como Hayden". E tinha mais: uma entrevista de Milo ao Usa Today foi desenterrada e o que ele disse ao repórter, que perguntou o que mais o atraía em Hayden? "Me pergunte isso depois de 21 de agosto (data do aniversário da atriz) e eu te falo um zilhão de coisas". Comprometedor? Demais. Mas ainda faltava uma pessoa comentar sobre Halo, e ela se manteve em silêncio até pouco tempo atrás. E quando resolvey falar, Kristin dos Santos pegou pesado. Perguntada, em seu site, se Hayden e Milo estavam juntos, ela disparou: "Eu vou ser honesta, eles estão juntos. Eu acho que é bem óbvio que eles estão juntos. Tem uma diferença de idade de 12 anos, então eu acho que o Milo é muito esperto em não querer assumir isso." Durma-se com um barulhos desses...
Ficamos agora em compasso de espera, aguardando o momento em que eles assumam publicamente o que todo mundo já sabe. Medo da diferença de idade? Aschton Kutcher e Demi Moore estão aí para servir de exemplo. Medo de romance de bastidores não vingar? Brad Pitt e Angelina Jolie (e o próprio Milo) também são exemplo. Medo da rejeição do público? Impossível! Ver um casal se formar assim, bem embaixo dos nossos olhos, é a coisa mais excitante para um shiper, e Halo tem nos dado motivos de sobra para amá-los e torcer por eles. Você também não ficou apaixonado por eles?
Crédito pelas foto linda, noticias e vídeo : Tata, Tatiana, Amis, Juliana e Melody, todas da comu "Peter & Claire" do Orkut.
Link úteis:
Festa pós-Emmy:
http://www.youtube.com/watch?v=8hCdonsJAGA
Kristin falando de Halo:
http://www.eonline.com/gossip/kristin/detail/index.jsp?uuid=5139ad31-249f-495f-ae1f-3bd661bf9741
Sobre o anel (neste site tem várias notinhas sobra Halo):
http://perezhilton.com/?p=7584
No Orkut, comunidade Peter & Claire (lá tem muitas fotos Halo e coments sobre o casal):
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=24021633
Beijos a todos e até o próximo domingo! Em pauta: "Tropa de Elite".
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Fabi Lameirinha
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9:14 PM
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sábado, 27 de outubro de 2007
Rita Hayworth come Cheetos e toma Coca-Cola #2

Seinfeld: a comédia sobre o nada.
Assim é conhecida a sitcom protagonizada por Jerry Seinfeld, que foi ao ar de 1989 a 1998, pela NBC nos USA, e transmitida pelo Sony aqui no Brasil. A princípio, o seriado não foi um sucesso instantâneo, porém conquistou seu espaço e uma identidade peculiar ao longo dos anos, sendo que Jerry Seinfeld entrou no Guinness Book (O Livro dos Recordes) por recusar uma proposta de 5 milhões de dólares por episódio (sim, eu falei por episódio), para uma décima temporada.
Citada pelo TV Guide, como a maior série de todos os tempos, Seinfeld trouxe novo frescor ao termo “sitcom”. Com uma premissa simples e descomplicada, seus personagens são legítimos ícones da década de 90. O programa foi criado por Jerry Seinfeld em parceria com Larry David.
Jerry interpretava a si mesmo, um humorista de “stand-up comedy”, vivendo em Manhattan/NY na companhia de amigos neuróticos, disfuncionais e problemáticos. Os quatro personagens juntos – ou até mesmo em situações individuais era riso garantido. Jerry, Elaine, George e Kramer eram abordados de forma realista, o que os deixava naturalmente interessantes e genuinamente engraçados. Não eram frases de efeito que faziam o público rir e sim o jeito trivial e realista de encarar os momentos mais inusitados possíveis que fizeram de Seinfeld a lenda que é. Quem não se recorda do episódio onde Jerry, Elaine, George e Kramer foram ao shopping e não se lembravam onde tinham estacionado o carro? Shopping lotado, carros e mais carros... Eles ficaram rodando um tempão tentando encontrar o local onde haviam estacionado o carro. George não se agüentava de vontade de ir ao banheiro enquanto Elaine segurava um peixinho dentro de um saco com água. Uma situação que pode acontecer comigo e com você. Quem nunca se desencontrou num estacionamento de shopping lotado?
Outro ponto que eu adorava na série eram uns pequenos esquetes que Jerry fazia, em suas apresentações com comentários óbvios e hilários que, visivelmente, eram produto destas situações que ele vivia com seus amigos. A idéia era mostrar de onde Jerry tirava o material que utilizava em suas apresentações nos clubes nova-iorquinos de humor. E funcionava perfeitamente.
Por mais simples que possa parecer, Seinfeld dependia em grande parte da criatividade de seu idealizador, para extrair o máximo de realismo das situações às quais eles se propunham, e que é onde reside o teor cômico destes momentos.
Seinfeld não ficou marcado nos anos 90 somente pela sua genialidade e criatividade, mas também pela enorme influência no gênero de sitcoms, claramente notado em Friends, Everybody Loves Raymond, The King Of Queens, The Nanny, entre muitos outros.
Seus personagens principais foram praticamente eternizados na TV, sendo que é quase impossível assistir Julia Louis-Dreyfus em “The New Adventures Of Old Christine”, sem lembrar de Elaine – apesar da fantástica atuação da atriz, que possui um talento nato para o humor.
A entrada de Kramer, abrindo bruscamente a porta do apartamento de Jerry é igualmente inesquecível, sendo Kramer o responsável pelas situações mais bizarras vistas no programa.
As neuras de George eram hilárias e ele sempre conseguia se meter nas situações mais constrangedoras. Ele é daqueles que falam mal de alguém e viram-se para se deparar com a tal pessoa logo atrás dele, escutando tudo! Muitas pessoas devem lembrar do ator intérprete de George, Jason Alexander, do filme “Uma Linda Mulher”. Ele era o advogado-baba-ovo do Richard Gere que leva um soco na cara ao tentar se passar com a Vivian, personagem de Julia Roberts.
Jerry Seinfeld, além de ser a mente por trás do programa, interpretava a si mesmo com verdadeira maestria, sendo seu personagem o elo de ligação entre todos os outros e suas narrativas individuais. Jerry é um comediante extremamente respeitado no meio artístico, tendo construído sua carreira apresentando-se em programas como o Tonight Show (com o lendário Johnny Carson) e o Late Show. Seu senso de humor – trivial, ácido e negro – foi o responsável pela elaboração do que é considerada a melhor sitcom de todos os tempos.
Com 180 episódios de bagagem, Seinfeld teve seu derradeiro adeus em maio de 1998, assistido por mais de 76 milhões de telespectadores.
Para quem cometeu a heresia de nunca ter dedicado meia-horinha para rir com o Jerry: a série é reprisada diariamente pelo Sony (de segunda a sexta, às 23:30hs).
Para os amantes do gênero, tem também no Sony, um especial do Saturday Night Live, com grandes momentos de Christopher Walken, na próxima semana! (Se não me engano, é dia 01/Nov, às 20:00hs).
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Carlinha
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Intolerância

Segundo o Wikipedia é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças em crenças e opiniões, a ausência de disposição para aceitar pessoas com pontos de vistas diferentes.
No mundo das séries vemos muito disso, aliás, no mundo dos ships. Nos fóruns e comunidades existem sempre pessoas dispostas a convencer um ao outro que o seu ship é melhor, e ai está declarada a tão famosa ship war. Confesso que já participei (pretérito perfeito, passado) de algumas. Hoje, sei lá, não digo que não vou entrar em alguma, mas não é algo por que eu ache que valha a pena. Cada um que torça pelo quiser.
O que me motivou a escrever sobre intolerância não foi nenhuma guerra de ships e sim um fenômeno curioso que anda acontecendo com os fãs de Grey´s Anatomy.
O fim da quarta temporada explodiu com o surgimento de um novo casal: Gizzie (George e Izzie). Amigos de longa data que descobrem que se amam.
Até ai, tudo normal. É algo que pode acontecer no dia a dia. A base de um amor verdadeiro é uma amizade verdadeira, por que não? Já vi grandes amigos se casarem e serem muito felizes. É um outro tipo de amor, sem a ansiedade dos primeiros contatos, sem o frio na barriga dos riscos de se conhecer alguém. Mas é amor ainda assim. Um amor solidificado na confiança, um amor alicerçado nos interesses comuns, nos momentos compartilhados.
O amor de George e Izzie aconteceu assim. Um estava tão acostumado com o outro do seu lado, tão acostumado a dividir sua vida um com o outro, suas vitórias, seus fracassos, suas tristezas, suas alegrias que não se deram conta que o motivo que os levavam sempre a procurar um ao outro em todos os momentos, a confiar um no outro em qualquer situação, era amor. Afinal, amar é querer dividir tudo com o outro, é querer que o outro esteja sempre presente na sua vida, é compartilhar sua vida com o outro.
Mas ao que parece os fãs da série não estavam preparados para esse tipo de amor. O que se viu foi um índice de rejeição enorme, adjetivos como “sem noção”, “casal McVomito”, “nojo” entre outros. A criadora da série foi duramente criticada por expor uma situação comum.
Se fosse uma briga de ships eu até entenderia. Uma coisa é você achar que o “seu” casal tem mais química, é mais bonito que o outro, como constantemente acontece em Lost entre os fãs de Jack/Kate/Sawyer. Cada um com suas razões, nunca chegarão ao entendimento, mas é uma coisa mais “racional”? – Pelo menos, algo de fácil compreensão. Outra coisa é você hostilizar um casal que não tem outro casal para competir.
Izzie está sozinha desde a morte de Denny, confesso que adorava o casal e torcia muito por eles, mas Denny morreu, acabou, a menos que eu deseje que Izzie morra para ficar com Denny, o mais lógico é torcer para ela ser feliz com outro alguém. George sim estava casado, mas convenhamos ele e Callie nunca foram um casal. Nunca entendi porque se juntaram.
As pessoas que tanto hostilizam Gizzie, nem torcem para a Callie. Por que para você shipar um casal, você tem que gostar de ambos. E o que acontece é que a maioria não gosta do George.
George é aquele cara comum, meio bobão, totalmente atrapalhado, fora dos padrões de beleza e estética. Izzie ao contrario é um mulherão, linda, bem resolvida, segura. Entra ai até um pouco de preconceito. Garanto que muitas vezes na nossa vida já vimos um casal fora dos padrões: Um cara baixinho e feio com uma mulher bonita e grande. O primeiro pensamento é: Esse cara deve ser rico. Ou o contrario, um cara lindo com uma mulher não tão atraente, mas no fim o pensamento é igual. O que muitas vezes não paramos para pensar é que aparência não é tudo. O feio para um é bonito para o outro (confesso que acho o George lindo). Existem coisas bem mais significativas numa relação que a aparência, se o casal fica bonito junto ou não.
Gizzie é um exemplo disso. Izzie sempre atraiu os caras por sua beleza, nenhum deles (talvez Denny um pouco) se interessou pela Izzie pessoa, pela Izzie que gosta de cozinhar, pela Izzie que teve que abandonar uma filha. George conhece essa Izzie e ama essa Izzie, a ama como ela verdadeiramente é. Se ela acordar descabelada, com mau hálito e cheia de remela no olho, George ainda assim vai amá-la. E Izzie sabe quem é George. Ela ama cada um dos seus defeitos, das suas trapalhadas. Eu não entendo como um amor assim não pode dar certo. Como um amor assim não atrai as pessoas. Não entendo essa intolerância a pessoas tão lindas (por dentro e por fora) que foram feitas uma para a outra. Juro que não entendo.
Beijinho e bom fim de semana!
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Anônimo
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
The Lost Boys - Lost + Star Wars
Mais uma vez, referências de Star Wars em Lost... hahahah!
THE LOST BOYS
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Flávio M#1!
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Novos spoilers da 4ª temporada de Lost - Ausiello
Quarta-feira é dia de spoilers garantidos para os viciados em televisão, afinal, é dia de Ask Ausiello!
Na coluna dessa semana, ele traz duas novidades interessantes:
Pergunta: Alguma novidade sobre Lost? — Isabella
Ausiello: Os rumores sobre uma morte ocorrendo na primeira metade da temporada são definitivamente, 100% verdadeiros.
Pergunta: Alguma notícia sobre quando Libby aparecerá em Lost? — Max
Ausiello: Não antes do episódio 7.
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Flávio M#1!
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5:25 AM
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
Viajando na Jatenese
Você já parou pra pensar o que seriam dos filmes sem trilha sonora? Lógico que sim! Música é absolutamente uma “atriz coadjuvante”, às vezes “principal”, em qualquer momento, situação, lá está ela – nos fazendo chorar, rir, sonhar, enfim, um elemento indispensável.
Pois se isso se aplica a um filme, numa série não seria diferente, aliás, às vezes a música é quase tudo numa série... exemplo? Grey’s Anatomy.
Eu realmente não sei o que seria de Grey’s sem canções, mas espera aí, não é qualquer cançãozinha não, são canções indie na sua maioria, aquelas que nós mal conhecemos as bandas/cantores/as... é um antro de boa música que não tem como não se identificar com nenhuma. Você se vê desesperado querendo achar a bendita canção que tocou naquela cena em que tal personagem fazia não sei o quê! Estou falando alguma inverdade? Ah, mas é tão bom isso!!! Vamos a algumas dicas (poucas mesmo, mas procure as trilhas de todas as temporadas, garanto que você não irá se arrepender): Unckle Bob – “Swans”, Snow Patrol – “Chasing Cars" e “Make This Go On Forever”, Maria Taylor – “Clean Getaway”, Anna Nalick – “Just Breathe”, Aqualung – “The Lake” e Brenda Lee – “The Story”.
Outra série que sempre tem canções de qualidade é Smallville, nunca deixa a desejar, o episódio em que a Lana se casa com o Lex (Sexta Temporada) teve escolhas nota 10: Patty Griffin – “Heavenly Day” e Snow Patrol – “You Could Be Happy”.
Tem aquelas séries que já chegaram ao fim, porém, nunca perderam seu brilho quando o assunto é música...
The O.C.
Preciso dizer muita coisa? Além de uma série cultuada, mesmo perdendo o tom depois da morte da Marisa, The O.C. trazia sempre músicas que grudavam na nossa mente e até que nós baixássemos, não desgrudava de maneira nenhuma. Lembro-me até hoje de “Hallelujah”, uma das canções mais tocadas na série e simplesmente linda.
ALIAS / Felicity
Quando se trata de séries de J.J. Abrams você pode ter três certezas... ou melhor, quatro: ótimo script, ótima direção, ótima trilha sonora e... bem, triângulo amoroso! \o/
Felicity sempre trazia canções belíssimas, assim como ALIAS que entre socos e pontapés, espionagens e mistérios, sempre nos brindava com o prazer da música. Existem vários episódios da série que vale a pena ressaltar, mas eu fico mesmo com o episódio Piloto, absoluto nas escolhas da trilha, tais como: “Give You Back” – Vertical Horizon, “Goin’ Our Way” – Gus, “Here Comes The Flood” – Robert Fripp & Peter Gabriel.
E para encerrar esse post musical, não poderia deixar de citar LOST. Em meio às canções instrumentais na série, existem também as cantadas e geralmente de gosto muito refinadas, na maior parte são bem antigas... Patsy Cline – “Leavin' On Your Mind”, Willie Nelson – “Are You Sure”, The Mama & The Papa – “Make Your Own Kind Of Music” (essa canção é uma “coisa” mesmo, é ouvir uma vez pra já sair cantarolando-a pela casa!), Drifters – “Up On The Roof”, The Blind Boys Of Alabama – “I Shall Not Walk Alone”, passando por algumas mais atuais: Damien Rice – “Delicate” e Joe Purdy – “Wash Away”.
Eu sei... existem outras séries que arrasam na trilha sonora também, mas quem disse que esse é o único post que eu vou vir a dedicar a essa arte tão divina? ;)
Vou ficando por aqui... ouvindo muita música e me inspirando para o próximo post da minha Coluna, até semana que vêm!
MAY THE FORCE BE WITH YOU.
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Mestra Veri
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11:34 PM
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Foto Jate é inédita e da 4ª Temporada
Após inúmeras especulações e análises pelos blogs da vida inconformados com que os seus olhos estavam vendo, ou seja, o prenúncio de uma temporada Jate, um comentário ao lado da foto esclarece:
Matthew Fox and Evangeline Lilly, back in Hawaii for Season 4.
Matthew Fox e Evangeline Lilly, de volta ao Havaí para a 4ª temporada.
Se ainda sim, os céticos de plantão duvidarem, reparem no "derriê" de Jack (trabalho difícil né!?) e seu bolso traseiro. Sim é o telefone usado para chamar o resgate, como observou nossa esperta amiga jater Fabiana, na comunidade Jack & Kate.
Como Jack e Kate não tiveram nenhuma cena na ilha, depois que Jack chama o resgate, fica mais que óbvio que se trata de uma cena da quarta temporada.
Acredito que essa cena deva acontecer depois que Jack avisar pelo Walk talkie ao pessoal da praia o que está acontecendo.
Agora é esperar para ver, mas é sempre bom ter a confirmação daquilo que está tão claro.
http://www.tvguide.com/PhotoGallery/Lost_-_Exclusive_First_Look_1028/5.aspx
Abradecimentos à Fabiana pelo link e pelas observações.
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Anônimo
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12:45 PM
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